A maioria dos cursos ensina o paciente a “conviver com a dor”. Aqui você vai entender o substrato neurometabólico da síndrome, dominar a posologia do exercício que não dispara cinesiofobia nem o mal-estar pós-esforço (PEM) e compreender o porquê fisiológico que sustenta o enquadramento da fibromialgia como determinante de incapacidade. Quatro módulos, três documentos científicos para download e certificação com avaliação automática.
Saia do roteiro genérico. Você vai intervir sobre os mecanismos reais — falência bioenergética mitocondrial, hipóxia capilar, neuroinflamação glial e sensibilização central — que produzem a dor difusa e a fadiga.
Prescreva exercício como um fármaco: dose, limiar aeróbico (LV1), Teste da Fala, regra dos 10% e o algoritmo anti-PEM. O movimento certo trata; o errado “quebra” o paciente e alimenta o medo de se mover.
Entenda por que o hipometabolismo, a sarcopenia e a falência de ATP tornam a limitação funcional uma realidade somática mensurável — e como isso fundamenta a leitura biopsicossocial da fibromialgia como determinante de incapacidade.
A inflamação intestinal desvia o triptofano para a via da quinurenina; no cérebro, ela vira ácido quinolínico, que excita receptores NMDA, perpetua a dor e produz o fibrofog. O exercício aeróbico dosado ativa as enzimas KAT no músculo, convertendo a quinurenina em ácido quinurênico — que não atravessa a barreira hematoencefálica. Resultado: dor menor, humor melhor, cognição preservada.
Mas isso só funciona dentro do limiar metabólico do paciente. Acima dele, instala-se o PEM. É essa precisão que separa um protocolo que reabilita de um que adoece.
Sensibilização central, disautonomia, eixo HPA, neuroinflamação glial e o papel duplo do BDNF. Falência bioenergética muscular (fibras moth-eaten/ragged-red, ATP/PCr, BHI). Diagnóstico da composição corporal — sarcopenia, SARC-F, STAR, ATT — calorimetria, hipometabolismo (Tese de Lowe) e gestão nutricional com eliminação de excitotoxinas.
Por que as fórmulas convencionais falham (incompetência cronotrópica) e como dosar pelo limiar aeróbico. Curva dose-resposta aeróbica, hidroterapia, MICT e HIIT. Treinamento resistido (%1RM, intervalo de ressíntese de PCr), flexibilidade e práticas mente-corpo. PEM e o algoritmo de autogestão pela flutuação da dor (ΔEVA).
O intestino como epicentro inflamatório e a armadilha da quinurenina. O músculo como órgão endócrino e o “ralo de quinurenina” (PGC-1α1/KAT; FNDC5/irisina/BDNF). O diálogo entre escalas clínicas (HADS, FIQ, PCS, EVA) e parâmetros físicos, e o protocolo unificado para os perfis de evitação e de persistência da dor.
Do mecanismo neurometabólico à incapacidade funcional sob a ótica biopsicossocial. Por que a cinesiofobia não é “irracional”: a leitura pericial do STAR baixo associado à calorimetria deprimida. Matriz de atuação multiprofissional e estudo de caso integrado que costura os três módulos anteriores.
Cada documento fica disponível para baixar dentro do capítulo correspondente, com capa institucional do IBPS e assinatura do Responsável Técnico. São a base científica completa — com referências — do que você estuda no ambiente do curso.
Resposta cronotrópica, limiares de consumo de oxigênio e fisiologia celular. Núcleo do Módulo II.
Diagnóstico de sarcopenia (STAR), calorimetria, hipometabolismo e gestão nutricional integrada ao movimento. Núcleo do Módulo I.
Como a assessoria metabólica desbloqueia a eficácia psiquiátrica e psicológica. Núcleo do Módulo III.
Da refratariedade dos ISRS à via da quinurenina: por que tratar o metabolismo viabiliza a farmacoterapia.
Ultrassom muscular, índice STAR, hidroterapia e a leitura funcional da hipóxia e da pressão intersticial.
Prescrição FITT-VP no limiar aeróbico, ativação do ralo de quinurenina e prevenção do PEM.
Eliminação de excitotoxinas, dieta anti-inflamatória, FODMAP e cofatores mitocondriais.
TCC informada pela fisiologia: cinesiofobia como percepção somática legítima e exposição graduada segura.
A leitura biopsicossocial da fibromialgia como determinante de incapacidade, ancorada em parâmetros objetivos.
Emissão digital com código de verificação
Garanta sua vaga, conclua os quatro módulos e receba o certificado multiprofissional do IBPS.